Valença

Valença, cidade que detém um valioso patrimônio arquitetônico, cultural e artístico, além do natural. Referências:http://www.valenca.ba.gov.br

Rio Una

De grande importância para a cidade de valença, não só do ponto de vista turístico como econômico, este Rio é muito fértil em camarões, robalos e tainhas. A vegetação composta por mangues vermelho e branco é abundante (rico em aratu, caranguejo,ostra, lambreta, sururu, etc.). É navegável por canoas, lanchas, escunas, veleiros, barcos, etc. Em suas margens situam - se os famosos estaleiros navais. Referências:http://www.valenca.ba.gov.br

Igreja do Amparo

Localizada em Valença a Igreja do Amparo, foi construído em 1757 o templo dedicado a Nossa Senhora do Amparo, padroeira dos operários. No meado do século XIV, a capela foi reformada por Bernardino de Sena Madureira, que a transformou na igreja de Nossa Senhora do Amparo que por sua vez, é uma réplica da Igreja do Bonfim de Salvador. Referências:http://www.valenca.ba.gov.br

Praia de Guaibim

Situada a 17 km da cidade, é uma antiga colônia de pescadores, transformada em ponto de moda no verão, com muitas casas de veraneio, hotéis, pousadas, bares, restaurantes e barracas. Possui águas limpas e calmas, areia clara e fina. É contornada por belos coqueirais e trechos da Mata Atlântica.Faz parte da APA (Área de Proteção Ambiental) de Guaibim, que tem sua extensão definida da Ponta do Curral até a Barra do Rio Jiriquiça, percorrendo todo o litoral do município de Valença. Em toda a sua extensão, as praias possuem ondas moderadas, ótimas para os surfistas, que anualmente disputam uma das etapas do campeonato regional de surf. Referências:http://www.valenca.ba.gov.br

Rúinas da 1ª Fábrica Têxtil do Brasil

Datada de 1844 a construção da antiga fábrica Todos os Santos, 1ª instalada no Brasil e a mais importante do império. Sua história confunde-se com a de Valença, que ajudou a crescer em função de suas próprias necessidades. Deve-se a ela a construção da 1ª rede hidráulica e instalação do 1º gerador movido pela força da água (Usina do Candengo) no Estado da Bahia, em 1906 e vindo a funcionar em 1922 o seu. Situa-se às margens do Rio Una que chega a passar em seu interior, integrando-se a beleza natural do lugar onde se localiza. Substituída, ainda no século passado, pela Companhia Valença Industrial - CVI Referências:http://www.valenca.ba.gov.br

Quem Somos ?

Blog Criado por Ana Carla Nunes - Professora do Curso de Guia de Turismo do IFBA - Campus Valença / BA com o objetivo de promover ações internas e externas dos cursos existente na Instituição, e na Costa do Dendê de modo geral. Tendo como blogeiros/ monitores os alunos: Esau Muniz Junior (editor), Jessica Queiroz (repórter), Jonas Gomes (pesquisador) ,Josiane Barbosa (pesquisadora) e Rosana Vieira (coordenadora). Nosso Contato Telefone: 75.3641-3051 Endereço: Rua Vereador Romeu Agrário, s/n Tento / Valença – Bahia. Email: cohetur1@gmail.com

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

REFLEXÕES SOBRE O ECOTURISMO






A Revolução Industrial e a Segunda Guerra Mundial foram responsáveis pela destruição de diversos monumentos, e lugares, que faziam parte da história de determinados países. Por meio de afirmações desse tipo, é possível verificar que, desde o século passado, as sociedades e governos passaram a ter uma preocupação maior com o patrimônio que conceitualmente tratamos como um conjunto de bens de uma determinada localidade.




Dentro deste contexto surge com o passar dos anos uma grande preocupação por parte dos diversos segmentos da sociedade (Instituições Públicas, Privadas e Terceiro Setor) com o patrimônio natural de certos locais, por perceber que grandes partes destes bens estão se perdendo com a força do capitalismo, o crescimento desenfreado das Cidades, a falta de conscientização das populações, e, sobretudo pela exploração sem limites de empresas, e indivíduos.




Com o passar dos anos, esta preocupação passou a ganhar força na Europa, porque geógrafos, ecologistas e biólogos perceberam que monumentos arquitetônicos milenares e áreas naturais estavam ameaçados de deterioração pela quantidade de pessoas que visitavam seu interior.


Com isso, criou-se um interesse maior em preservar para saber interpretar o patrimônio das localidades seja ele cultural ou natural, garantindo, assim, sua manutenção e continuidade por diversas gerações, a fim de que estes sejam considerados bens patrimoniais de uma nação.

O ecoturismo, portanto, surge no cenário trazendo a grande preocupação ambiental de interpretar e conhecer para puder perpetuar o patrimônio natural. Este segmento do turismo utiliza-se dos patrimônios naturais das comunidades receptoras para a prática de lazer e entretenimento.

  

Uma definição mais ampla do termo ecoturismo é apresentada pela EMBRATUR, caracterizando-o como: "segmento de atividade turística que utiliza, de forma sustentável, o patrimônio natural e cultural, incentiva sua conservação e busca a formação de uma consciência ambientalista através da interpretação do ambiente, promovendo o bem-estar das populações envolvidas”.Uma atividade que compreende de forma sustentável a utilização do patrimônio natural”

Nos últimos anos, o ecoturismo vem crescendo no mundo por fatores diversos. Um deles corresponde à divulgação dos patrimônios naturais, através da internet. Locais que não eram divulgados ou inacessíveis passaram a ter promoções a partir desta nova ferramenta do marketing turístico. Outro fator que aumenta às visitações e o conhecimento as áreas naturais, é a popularização do turismo nos últimos anos, trazida pelo poder de consumo das novas classes sociais, e, sobretudo pela modernização nos transportes e meios de comunicação. A OMT (Organização Mundial do Turismo) reforça esta informação, afirmando que: (OMT) estima que 10% dos turistas em todo o mundo tenham como demanda o turismo ecológico, o faturamento anual do ecoturismo, a nível mundial, é estimado em US$ 260 bilhões, do qual o Brasil se apropriaria com cerca de US$ 70 milhões”.


O ecoturismo, no entanto possui características mais especificas do que as que estão relacionadas aos demais segmentos da atividade turística. Ele basicamente é vivenciado por pequenos grupos, interessados na temática, turistas que possuem interesse e informações relevantes sobre a área a ser explorada. Outro fator pertinente é que o Ecoturismo minimiza os impactos ambientais, aumenta a sensibilidade de moradores e visitantes que apoiam-se na Educação Patrimonial, para conservar estes espaços. Além disso, ele contribui diretamente para a conscientização e preservação dos espaços a serem visitados, tendo em vista que os órgãos responsáveis pelo turismo começam a se interessar nestas localidades, por perceberem que nela, existe uma possibilidade de geração de renda, emprego, e desenvolvimento social, permitido com os impactos positivos do turismo nestas localidades.

   

No Brasil, um exemplo claro destes roteiros, são a Ilha de Fernando de Noronha, Abrolhos, Pirenopólis, Chapada Diamantina, Bonito e outras localidades propícias para a prática deste segmento, que permite inclusive a prática de outros segmentos dentro da atividade turística. Sendo assim, podemos citar: O turismo ecológico, de aventuras, rural, ambiental, agroecológico, náutico dentre outros tantos que em larga escala fortalecem e complementam as atividades do Ecoturismo.

* Texto: Ana Carla Nunes ( Turismológa / Historiadora / Especialista em Educação e Cultura)
Revisão: Rafaela Guimarães.
Fotos: Imagens da Internet.

Referências

BARRETTO, Margarita. Turismo e legado cultural. Campinas: Papirus, 2000. 95.p
PELLEGRINI FILHO, Américo. Ecologia, Cultura e Turismo. 2ed.. Campinas: Papirus, 2000.
RODRIGUES, Adyr B. Turismo e espaço rumo a um conhecimento transdiciplinar, São Paulo: Hucitec 1997. Apostila
Silva, Elsa Peralta da, Patrimônio e Identidade. Os desafios do turismo cultural, ICSP. UNIVERSIDADE DE LISBOA, 2005.
SILVA, Fernando Fernandes da, O Patrimônio Cultural da Humanidade como tema de Direito Internacional Público. São Paulo: Edusp, 2003. Apostila.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

CONSIDERAÇÕES SOBRE A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Em comemoração ao 7 de Setembro, publico aqui, um texto, de autoria de Rebeca Andrade, aluna do curso de Turismo do Ifba que tece em linhas gerais, considerações sobre o processo de Independência do Brasil em 1822.





A Independência do Brasil foi um fato que marcou a história do país. Ocorrida no ano de 1822, mais precisamente no dia 7 de setembro, retrata a vitória que Dom Pedro I conquistou, rompendo assim o vínculo estabelecido desde 1500 por Portugal.

Voltando às narrativas da época, conta a história que Dom Pedro I recebeu uma carta que exigia seu retorno à Portugal (seu país de origem), pois a Corte determinou que este regresso serviria para que, no retorno, ele colonizasse o Brasil. Dom Pedro respondeu informando-os que ficaria na colônia (esta data historicamente ficou conhecida como o “Dia do Fico”), aguardando uma Assembléia Constituinte. Determinou que nenhuma lei de Portugal estaria em andamento sem a sua permissão e que os moradores da colônia, no caso o Brasil, lutariam pela libertação das terras com bravura e determinação.




Em uma de suas viagens, no entanto, Dom Pedro I recebeu outra carta, ordenando que ele voltasse para Portugal imediatamente. Assim, no dia 07 de setembro de 1822, às margens do Rio Ipiranga (atual Cidade de São Paulo), erguendo sua espada, o monarca declarou em um grito firme para sua comitiva: “Independência ou Morte”. Esse gesto (se real ou não) mantém-se como verdade absoluta ainda hoje e marcou em definitivo o motim de Independência (que já havia se manifestado no Brasil com a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana) e consagrou Dom Pedro como Imperador do Brasil.


Atualmente relembramos essa data magna e histórica com o Desfile de Sete de Setembro, que ocorre em grande parte das cidades brasileiras, e contamos nesses eventos com a participação de todas as Forças Armadas, com grupos da Polícia Militar, Civil, Corpo de Bombeiros e estudantes dos Colégios Militares. É um evento de caráter cívico, é belo, resgata nossa autonomia como colônia, e por ter um contexto de luta com anseios ideológicos reafirma um período importante de transição política em nosso país.



Texto:

Rebeca Andrade (rebecaanndrade@hotmail.com)

Orientações e fotos: Profª. Ana Carla Nunes (acnpereira@hotmail.com)